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Mapeamento de patologias do piso industrial

Antes de orçar a recuperação, a Reflex percorre o piso vão a vão e registra cada trinca, buraco, junta quebrada, placa oca e sapata de pilar danificada em folha de campo em escala. O resultado é um mapa geral por camadas e um quantitativo por tipo: a base para orçar sem surpresa, definir prioridades e executar em etapas.

Falar sobre o mapeamento

  • Entregamapa + quantitativo
  • Métodovão a vão, malha de 1 m
  • ArquivoPDF A0 e DXF
  • Equipeengenheiro + técnicos, com ART
Folha de campo de um vão de 25 por 10 metros com malha de 1 metro, réguas nas bordas e trincas em azul, buracos em vermelho, junta com lábio a refazer em roxo, junta sem lábio em laranja, placa com som oco em verde e sapatas de pilar nos cantos
Ilustração do método: folha de campo de um vão, em escala, com malha de 1 m e cada ocorrência marcada na cor da sua categoria.

O que é o mapeamento de patologias

É o levantamento técnico do piso industrial feito vão a vão, ou setor a setor, ponto a ponto. Cada ocorrência é desenhada na posição real, com medida, sobre uma folha em escala. As folhas são depois encaixadas na planta do galpão e viram um mapa geral com o quantitativo de cada tipo de dano.

Com o mapa na mão, a decisão deixa de ser por impressão. Ele serve para:

  • Orçar a recuperação sem surpresa: a proposta parte de metros de trinca, metros de junta e pontos de injeção medidos, e não de uma estimativa por foto.
  • Planejar a manutenção: o que é urgente, o que pode esperar e o que só precisa ser acompanhado.
  • Definir etapas: a recuperação pode ser dividida por setores, prioridades ou orçamento anual, com o mesmo mapa como referência.
  • Comparar propostas: todos os fornecedores orçam o mesmo quantitativo, e a diferença de preço passa a ser de método e material.
  • Entrega ou devolução de imóvel: um relatório técnico imparcial do estado do piso em uma data, útil quando locador e locatário precisam acertar o que existe e onde.

Como a Reflex faz o mapeamento

  1. Base. Planta ou DWG do galpão, com a malha de pilares e a numeração de eixos usada pela operação. Sem planta, as dimensões são levantadas em campo.
  2. Folha de campo por vão. Cada vão ganha uma folha impressa em escala, com régua nas bordas e malha de 1 m. A posição de cada ocorrência é lida na régua e desenhada à mão na folha.
  3. Registro por cor. Cada categoria tem a sua cor: trincas e fissuras, buracos, juntas com lábio a refazer, juntas sem lábio, placas com vazio ou som oco candidatas a injeção, sapatas de pilar íntegras, sapatas de pilar quebradas e outras ocorrências. São 8 categorias de registro.
  4. Digitalização. As folhas são digitalizadas e encaixadas sobre a planta, vão a vão, pela malha de pilares.
  5. Mapa geral por camadas. O desenho final sai em DXF/DWG com uma camada por categoria e controle de revisões. Dá para ligar só as trincas, só as juntas ou só os pontos de injeção.
  6. Mapa digital compartilhado. O cliente consulta o mapa e registra alterações, como um reparo feito ou uma trinca nova, com histórico de quem mudou o quê e quando.
  7. Quantitativo por tipo. Metros de trinca, unidades e m² de buracos, metros de junta por situação, pontos e m² de injeção, unidades de sapata e áreas em m².
  8. Relatório de pontos críticos. As ocorrências que afetam segurança, equipamentos ou a integridade do piso são classificadas por nível de prioridade.
  9. Recuperação em etapas. O mapa vira o plano de obra: cada etapa sai do mapa com o seu quantitativo e é dada como concluída sobre ele.
Legenda com as oito categorias de registro: trincas e fissuras em azul, buracos em vermelho, junta com lábio a refazer em roxo, junta sem lábio em laranja, placa com som oco em verde, sapata íntegra em verde claro, sapata quebrada em marrom e outras ocorrências em cinza, cada uma com sua unidade de quantitativo
Ilustração do método: as 8 categorias de registro, cada uma com sua cor e a unidade em que entra no quantitativo.

O que o cliente recebe

EntregávelPara que serve
Mapa geral em PDF, para impressão em A0Leitura em reunião e em campo, com todas as categorias e a malha de pilares
Arquivo DXF por camadasEditável em qualquer programa de CAD; uma camada por categoria
Planilha de quantitativoMetros, unidades e m² por tipo e por vão, base para orçar e comparar propostas
Relatório de pontos críticosOcorrências classificadas por prioridade, com localização no mapa
Mapa digital compartilhadoConsulta e registro de alterações com histórico
Trecho de mapa geral com quatro vãos, eixos de pilares tracejados, sapatas íntegras e quebradas, trincas, buracos, juntas e áreas de injeção coloridas, e painel de camadas ao lado
Ilustração do método: trecho do mapa geral com quatro vãos montado a partir das folhas de campo, com as camadas que podem ser ligadas e desligadas.

Quem faz o levantamento

O mapeamento é conduzido por engenheiro responsável, com técnicos em campo e ART do serviço. Com uma equipe de um engenheiro e quatro técnicos, um galpão grande pode ser mapeado em poucos dias de campo. O prazo real depende da área, da quantidade de ocorrências e dos setores liberados pela operação.

Caso: galpão logístico em Cajamar (SP)

Em 2026, um engenheiro e quatro técnicos da Reflex mapearam o piso de um galpão logístico em Cajamar (SP) vão a vão, em cinco dias de campo, com cerca de 138 folhas de campo em escala. As folhas foram digitalizadas e encaixadas sobre a planta, e o mapa geral passou por 30 revisões até a versão final, entregue em DXF por camadas, em mapa digital compartilhado e com o quantitativo por categoria. O mapa passou a ser a base das etapas seguintes de recuperação do piso.

O mapa vira o plano de obra

O projeto do mapeamento é da Reflex, a mesma empresa que executa a recuperação. Quem desenha o mapa conhece o que cada categoria pede na obra: lábio polimérico nas juntas quebradas, injeção de calda de cimento nas placas com som oco, recuperação de trincas e buracos. Por isso o quantitativo já sai organizado como a obra será executada, por setor e por prioridade.

O cliente pode contratar só o mapeamento e decidir depois. Se a recuperação for com a Reflex, cada etapa é planejada e entregue sobre o mesmo mapa.

Mapeamento sem parar a operação

O levantamento é feito por setores e vãos liberados. A sequência e os horários são combinados com a operação, e os trechos ocupados entram quando forem liberados. Corredores de tráfego intenso podem ficar para janelas de menor movimento.

Enviar a planta do galpão

Atendimento em São Paulo

A base da Reflex fica em Barueri (SP), ao lado da Castello Branco e do Rodoanel. As equipes atendem a capital, a Grande São Paulo e os polos logísticos de Barueri, Cajamar, Osasco, Guarulhos e Itapevi, o interior (Jundiaí, Campinas, Sorocaba, Salto) e a Baixada Santista. Obras grandes em outros estados também são atendidas. Veja como a Reflex trabalha como empresa de piso industrial em São Paulo.

Perguntas frequentes

Quanto tempo leva o mapeamento do piso?

Depende da área, da quantidade de ocorrências e dos setores liberados. Com uma equipe de um engenheiro e quatro técnicos, um galpão grande pode ser mapeado em poucos dias de campo. O prazo da digitalização, do mapa geral e do relatório é informado na proposta.

O que preciso enviar para começar?

A planta do galpão, de preferência em DWG, com a malha de pilares e a numeração de eixos que a sua equipe usa. Sem planta, a Reflex levanta as dimensões em campo. Informe também os setores e horários disponíveis e as áreas que mais preocupam a operação.

O mapeamento obriga a contratar a obra com a Reflex?

Não. O mapeamento é um serviço contratado à parte. O mapa, o quantitativo e o relatório ficam com o cliente, que pode usá-los para orçar com quem quiser, comparar propostas ou planejar a manutenção ao longo do tempo.

Recebo o arquivo editável?

Sim. Além do mapa em PDF para impressão em A0, o cliente recebe o arquivo DXF com uma camada por categoria, a planilha de quantitativo e o relatório de pontos críticos. O arquivo abre em qualquer programa de CAD.

O mapeamento serve para a entrega ou devolução de imóvel locado?

Serve. O relatório técnico imparcial registra o estado do piso em uma data, com a posição e a quantidade de cada ocorrência. Locador e locatário passam a discutir o mesmo documento, em vez de fotos soltas e impressões.

Como o mapeamento é feito sem parar a operação?

Por setores e vãos liberados. A equipe combina com a operação a sequência e os horários, mapeia os vãos disponíveis e volta aos trechos ocupados quando forem liberados. Corredores com tráfego intenso podem ficar para janelas de menor movimento.

Mande uma foto do piso. O diagnóstico é por nossa conta.

Pelo WhatsApp, um engenheiro devolve o diagnóstico preliminar. Na visita, avalia substrato, juntas, base, planicidade e regime de operação e entrega o memorial com a intervenção indicada e o plano por setores.